Palpites dos Óscares

PARABÉNS,
Isabel Dantas

PALPITES DOS ÓSCARES 2022

Parece que a sorte — e o cinema — estão do teu lado: foste o/a grande vencedor/a dos Palpites dos Óscares 2022. Ganhaste uma viagem para duas pessoas a Los Angeles.

Estás de olho no prémio? Então põe os olhos na programação: de 21 a 27 de março, estendemos a passadeira aos vencedores de Hollywood, na «Semana dos Oscares» — um especial composto por 7 filmes oscarizados (6 deles em estreia absoluta no canal), para ver ou rever ao longo de uma semana. Fica atento/a — em breve, revelamos tudo.

Entra em

Hollywood

O letreiro (ou sinal) de Hollywood foi erguido em 1923 como propaganda de um empreendimento na área com o nome de Hollywoodland. Se ao princípio era apenas mais um elemento publicitário temporário, foi a sua grande — e inesperada — popularidade que o tornou definitivo: em 1949, removeram a palavra «land» e transformaram-no num dos mais icónicos postais da cidade.

Sabes quem ganhou mais Óscares numa noite? Walt Disney. O rei da animação levou 4 estatuetas em 1954 para Melhor Documentário de Longa-Metragem, Melhor Documentário de Média-Metragem, Melhor Documentário de Curta-Metragem e Melhor Curta-Metragem de Animação. E mais Óscares em vida? Walt Disney, pois claro. 22 estatuetas em diversas áreas e 4 prémios honorários.

Sabias que Los Angeles foi fundada por um grupo de 11 famílias mexicanas conhecido como «Los Pobladores»? É verdade: 3 décadas antes dos E.U.A. tomarem posse da região sul da Califórnia, onde a cidade está localizada, L.A. fazia parte do México. Aliás, a influência dessa época pode ser notada ainda hoje, pela grande quantidade de famílias de origem mexicana que vivem na capital do cinema.

Surpresas nos Óscares? Muitas. John Ford, por exemplo, foi o cineasta mais premiado como Melhor Realizador, com 4 estatuetas. Mas, considerado por muitos o melhor autor de «westerns» de sempre, nenhum dos folmes pelos quais foi premiado pertencia a este género. Foram eles: «O Denunciante» (1935), «As Vinhas da Ira» (1940), «O Vale era Verde» (1941) e «O Homem Tranquilo» (1952).